quarta-feira, 2 de novembro de 2016

A GENESE

*A GÊNESE*

*ALLAN KARDEC *

*CARÁTER DA REVELAÇÃO ESPÍRITA  (XVl)*

*OS MILAGRES E AS PREDIÇÕES SEGUNDO O ESPIRITISMO*

            De todo o contexto do estudo que se procedeu  sobre o caráter revelação espírita uma das questões mais importantes propostas  é: *Que autoridade tem a revelação espírita, uma vez que emana de seres de limitadas luzes e não infalíveis?*

            A objeção assim feita teria razão de ser e até mesmo caráter de ponderação, se essa revelação consistisse apenas no ensino dos Espíritos, se deles exclusivamente a devêssemos receber e houvéssemos de aceitá-la de olhos fechados. Perde, porém, todo o valor desde que o homem concorra para a revelação com o seu raciocínio e o seu critério; desde que os *Espíritos se limitam a colocar o homem no caminho das deduções que ele pode tirar da observação dos fatos.* Assim, os Espíritos, pelas suas manifestações, nas mais diversas modalidades, fatos que o homem estuda para lhes deduzir a lei, são mais colaboradores seus do quereveladores, no sentido usual do termo. Submetendo-lhes os dizeres ao crivo da razão e ao cadinho da lógica e do bom senso o homem se beneficia dos conhecimentos especiais que os Espíritos dispõem pela posição em que se acham.

            O que são os Espíritos senão unicamente as almas dos homens ? Comunicando-nos com eles não saímos fora da Humanidade e esta é uma *circunstância capital a considerar-se.* Os homens de gênio que foram luminares da Humanidade, vieram do mundo dos Espíritos e para lá voltaram, ao deixarem a Terra. Podendo os Espíritos comunicar-se com os homens por faculdade humana, esses gênios podem dar-lhes instruções sob a forma espiritual como o fizeram sob a forma corpórea. Podem eles, pois, instruir-nos depois de terem morrido, como faziam quando vivos; a única diferença é que são invisíveis,  em vez de serem visíveis. Não devem ser menores do que eram o saber e a experiência que possuem e, se a palavra deles, como homens, tinha autoridade, não na pode ter menos, somente por estarem no mundo dos Espíritos.

            Mas nem só os Espíritos superiores se manifestam; fazem-no igualmente os de todas as categorias e era preciso que assim acontecesse  para nos iniciarmos no que respeita ao verdadeiro caráter do mundo dos Espíritos, apresentando-se-nos este, por todas as suas faces. Disso resulta serem mais íntimas as relações entre o mundo invisível e o mundo visível e vemos assim, mais claramente, donde procedemos e para onde iremos. Esse é o objeto essencial das manifestações. Todos os espíritos, pois, qualquer que seja o seu grau de evolução, alguma coisa nos ensinam pois podem nos revelar coisas que ignoramos e que sem eles nunca saberíamos.

            Os Espíritos não se manifestam para liberar do estudo e das pesquisas o homem, na para lhes transmitirem, inteiramente pronta, qualquer ciência. Eles o deixam entregue às suas próprias forças com relação aquilo que devem achar por si mesmo. Assim na Terra como no plano invisível há Espíritos superiores e vulgares; muitos pois há que científica e filosoficamente sabem menos do que certos homens; eles dizem o que sabem. Do mesmo modo que os homens os Espíritos mais adiantados podem dar-nos opiniões mais judiciosas  e instruções sobre maior porção de coisas que os atrasados. *Pedir o homem conselhos não é entrar em entendimento com potências sobrenaturais; é tratar com seus iguais, com aqueles mesmos a quem ele se dirigia neste mundo; a seus parentes, seus amigos, ou a indivíduos mais esclarecidos do que ele.* Disto é que importa se convençam todos e é o que ignoram os que sem estudar o Espiritismo, fazem idéia completamente falsa da natureza do mundo dos Espíritos e das relações com o além-túmulo.

            Qual, então, a utilidade dessas manifestações, dessa revelação, uma vez que os Espíritos não sabem mais que nós, ou não dizem tudo o que sabem?

            Primeiramente eles se abstêm de nos dar o que podemos adquirir pelo trabalho. Em segundo lugar há coisas que não nos podem ser reveladas devido ao nosso grau de nosso adiantamento, que não as comporta, ainda. Alem disso, as condições da nova existência em que se acham lhes aumentam as percepções: eles vêem o que não viam na Terra; libertos dos entraves da matéria, isentos dos cuidados da vida corpórea, apreciam as coisas de um ponto de vista mais elevado e, por conseqüência, mais são; a perspicácia de que gozam abrange mais vasto horizonte, compreendem seus erros, retificam suas idéias e se desembaraçam dos prejuízos humanos.

            É nisto que consiste a superioridade dos espíritos com relação à humanidade corpórea e daí vem a possibilidade de serem seus conselhos, segundo o grau de adiantamento que alcançaram, mais judiciosos e desinteressados que os dos encarnados.

            Até o presente o homem apenas formulara hipóteses sobre o seu porvir; tal a razão porque suas crenças a esse respeito se fracionaram em tão numerosos e divergentes sistemas, desde o nadismo até as concepções fantásticas do inferno e do paraíso. Hoje são as testemunhas oculares, os próprios atores da vida de além-túmulo  que nos vêm dizer em que se tornaram e só eles o podiam fazer.

            Mas outros resultados fecundam essa revelação. Achando madura a Humanidade para penetrar o mistério do seu destino e contemplar, a sangue frio, novas maravilhas, permitiu Deus fosse erguido o véu que ocultava o mundo invisível ao mundo visível. Nada têm de extra humanas as manifestações; *é a humanidade espiritual que vem conversar com a humanidade corporal e dizer-lhe:*

            “Nós existimos, logo o nada não existe; eis o que somos e o que sereis; o futuro vos pertence, como a nós pertence. Caminhais nas trevas, vimos clarear-vos o caminho e traçar-vos o roteiro; andais ao acaso, vos apontar-vos a meta. A vida terrena era para vós tudo, porque não víeis além dela; vimos dizer-vos, mostrando a vida espiritual: a via terrestre nada é. A vossa visão se detinha no túmulo, nós vos desvendamos para lá deste um esplêndido horizonte. Não sabíeis porque sofreis na Terra; agora, no sofrimento, vedes a justiça de Deus. O bem nenhum fruto aparente produzia para o futuro. Doravante terá ele uma finalidade e constituirá uma necessidade.; a fraternidade não que não passava de uma bela teoria, assenta agora numa lei da Natureza. Sob o domínio da crença de que tudo acaba com a vida, a imensidade é o vazio, o egoísmo reina soberano entre vós e a vossa palavra de ordem é: cada um por si. Com a certeza do porvir, os espaços infinitos se povoam ao infinito, em parte alguma há o vazio e a solidão; a solidariedade liga todos os seres, aquém e além da tumba. É o reino da caridade, sob a divisa: Um por todos e todos por um. Em fim, a termo da vida dizeis eterno adeus aos que vos são caros; agora dir-lhes-eis: Até breve!”

            A revelação nova veio encher o vácuo que a incredulidade cavara; levantar os ânimos abatidos pela dúvida ou pela perspectiva do nada e imprimir a todas as coisas uma razão de ser. Carecerá de importância esse resultado, apenas porque os Espíritos não vêm resolver os problemas da Ciência, dar saber aos ignorantes e aos preguiçosos meios de se enriquecerem sem trabalho? Nem só, entretanto, à vida futura dizem respeito os frutos que o homem deve colher da revelação. Ele os saboreará na Terra, pela transformação que estas novas crenças hão de necessariamente operar no seu caráter, nos seus gostos, nas suas tendências e, por conseguinte, nos hábitos e nas relações sociais. Pondo fim ao reino do egoísmo, do orgulho e da incredulidade, elas preparam o do bem, que é *o do reino de Deus, anunciado pelo Cristo.*

Denizart Castaldeli


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terça-feira, 1 de novembro de 2016

ceuinferno_078_2a. partecap. VII - Espíritos Endurecidos - A rainha de Oude

ceuinferno_078_2a. partecap. VII - Espíritos Endurecidos - A rainha de Oude

*TEXTO PARA ESTUDO*

*Falecida em França, em 1858)*

1. - Quais as vossas sensações ao deixardes o mundo terrestre?

R. Ainda perturbada, torna-se-me impossível explicá-las.

P. Sois feliz?

R. Tenho saudades da vida... não sei... experimento acerba dor da qual a vida me libertaria... quisera que o corpo se levantasse do túmulo...

2. - Lamentais o ter sido sepultada entre cristãos, que não no vosso país?

R. Sim, a terra indiana menos me pesaria sobre o corpo.

P. Que pensais das honras fúnebres tributadas aos vossos despojos?

R. Não foram grande coisa, pois eu era rainha e nem todos se curvaram diante de mim... Deixai-me... forçam-me a falar, quando não quero que saibais o que ora sou... Asseguro-vos, eu era rainha...

3. - Respeitamos a vossa hierarquia e só insistimos para que nos respondais no propósito de nos instruirmos. Acreditais que vosso filho recupere de futuro os Estados de seu pai?

R. Meu sangue reinará, por certo, visto como é digno disso.

P. Ligais a essa reintegração de vosso filho a mesma importância que lhe dáveis quando encarnada?

R. Meu sangue não pode misturar-se com o do povo.

4. - Não se pôde fazer constar na respectiva certidão de óbito o lugar do vosso nascimento; podereis no-lo dizer, agora?

R. Sou oriunda do mais nobre dos sangues da Índia. Penso que nasci em Delhi.

5. - Vós, que vivestes nos esplendores do luxo, cercada de honras, que pensais hoje de tudo isso?

R. Que tenho direito.

P. A vossa hierarquia terrestre concorreu para que tivésseis outra mais elevada nesse mundo em que ora estais?

R. Continuo a ser rainha... que se enviem escravas para me servirem!... Mas... não sei... parece-me que pouco se preocupam com a minha pessoa aqui... e contudo eu... sou sempre a mesma.

6. - Professáveis a religião muçulmana ou a hindu?

R. Muçulmana; eu, porém, era bastante poderosa para que me ocupasse de Deus.

P. No ponto de vista da felicidade humana, quais as diferenças que assinalais entre a vossa religião e o Cristianismo?

R. A religião cristã é absurda; diz que todos são irmãos.

P. Qual a vossa opinião a respeito de Maomé?

R. Não era filho de rei.

P. Acreditais que ele houvesse tido uma missão divina?

R. Isso que me importa?!

P. Qual a vossa opinião quanto ao Cristo?

R. O filho do carpinteiro não é digno de preocupar meus pensamentos.

7. - Que pensais desse uso pelo qual as mulheres muçulmanas se furtam aos olhos masculinos?

R. Penso que as mulheres nasceram para dominar: - eu era mulher.

P. Tendes inveja da liberdade de que gozam as européias?

R. Que poderia importar-me tal liberdade? Servem-nas, acaso, ajoelhados?

8. - Tendes reminiscências de encarnações anteriores a esta que vindes de deixar?

R. Deveria ter sido sempre rainha.

9. - Por que acudistes tão prontamente ao nosso apelo?

R. Não queria fazê-lo, mas forçaram-me. Acaso julgarás que eu me dignaria responder-te? 
Que és tu a meu lado?

P. E quem vos forçou a vir?

R. Eu mesma não sei... posto que não deva existir ninguém mais poderoso do que eu.

10. - Sob que forma vos apresentais aqui?

R. Sempre rainha... e pensas que eu tenha deixado de o ser? És pouco respeitoso... fica sabendo que não é desse modo que se fala a rainhas.

11. - Se nos fosse dado enxergar-vos, ver-vos-íamos com os vossos ornatos e pedrarias?

R. Certamente...

P. E como se explica o fato de, despojado de tudo isso, conservar o vosso Espírito tais aparatos, sobretudo os ornamentos?

R. É que eles me não deixaram. Sou tão bela quanto era, e não compreendo o juízo que de mim fazeis! É verdade que nunca me vistes.

12. - Qual a impressão que vos causa em vos achardes entre nós?

R. Se eu pudesse evitá-la... Tratam-me com tão pouca cortesia...
S. Luís. Deixai-a, a pobre perturbada. Tende compaixão da sua cegueira e oxalá vos sirva de exemplo. Não sabeis quanto padece o seu orgulho.

*Nota* - Evocando esta grandeza decaída ao túmulo, não esperávamos respostas de grande alcance, dado o gênero da educação feminina nesse país; julgávamos, porém, encontrar nesse Espírito, não diremos filosofia, mas pelo menos uma noção mais aproximada da realidade, e idéias mais sensatas relativamente a vaidades e grandezas terrenas. Longe disso, vimos que o Espírito conservava todos os preconceitos terrestres na plenitude da sua força; que o orgulho nada perdeu das suas ilusões; que lutava contra a própria fraqueza e, finalmente, que muito devia sofrer pela sua impotência.

*QUESTÕES*

1. Na sua opinião, que futuro aguarda este espírito? Que tipo de reencarnação poderia servir para que ele cultivasse a humildade e educasse o egoismo?

*Conclusão:*

A título de conclusão deixaremos a contribuição de dois de nossos amigos que bem ilustram a compreensão que devemos ter sobre a Lei de Causa e Efeito.
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Contribuição de Wagner:

O futuro para um espírito que alimenta mesmo depois de desencarnado as ilusões materialistas da vida carnal não será outro senão o de sofrimentos decorrentes do orgulho ferido, na medida em que, gradativamente, ele observará que tudo aquilo que por ele era valorizado enquanto na encarnação passada não lhe trouxeram mais do que ilusões temporárias. Esse sofrimento se dará até o momento em que, ciente da verdadeira realidade dos fatos, ele passe a se empenhar na correção dos equívocados atos que para tráz ficaram.

Como a soberba foi a tônica da encarnação, onde a ausência de humildade e o abuso dos dotes de sua posição social foram largamente distribuidos entre seus súditos, preve-se que numa posterior encarnação ele venha à ocupar um lugar de submissão junto a pessoas que mantém como norma de conduta os mesmos preceitos verificados anteriormente por ele mesmo.

Contribuição de Gertrudes:

Acho que deveria reencarnar com uma família humilde e que aprendesse que todos somos irmãos que necessitamos uns dos outros para podermos evoluir. Não importa o que fomos em outras vidas e que estatus tivemos e sim o que seremos daqui em diante. estamos aqui para simplesmente tentar chegar o mais próximo da perfeição que foi nosso irmão maior Jesus. E agradecer sempre todos os dias pela oportunidade da reencarnação, pois é através dela que  conseguiremos tirar de dentro de nós todo orgulho e egoísmo que adquirimos em vidas passadas, onde vivemos entre pessoas que tinham que se submeter a esse tipo de comportamento como o de se achar que uma rainha é diferente de um plebeu, enquanto na verdade somos todos irmãos e teremos que um dia nos conscientizarnos disso, e voltaremos aqui até isso acontecer quantas vezes forem preciso.

TESTE #4 O LIVRO DOS MEDIUNS

*Teste nº 4 - O LIVRO DOS MEDIUNS*


*Responda “CERTO” ou “ERRADO”*


A incorporação é uma mediunidade que se caracteriza pela transmissão oral ou escrita de um espírito desencarnado.

Animismo é a interferência de fatores subconscientes do médium e se dá mais na mediunidade inconsciente. 

De cada cem médiuns apenas dois são médiuns semiconscientes.

É comum os espíritos comunicantes usarem conhecimentos arquivados no subconsciente do médium.

Na mediunidade semiconsciente o médium entra em sono profundo e o espírito se apossa do corpo.

No fenômeno de incorporação inconsciente o espírito comunicante se incorpora totalmente no corpo do médium célula a célula, átomo e átomo, órgão a órgão.

Nos casos de incorporação telepática o envolvimento não passa do cérebro espiritual.

O animismo existe em todas as formas de incorporação.

O TRANSE SONANBULICO e o TRANSE LETARGICO são próprios de mediunidade de incorporação inconsciente.

*Como se chama a mediunidade em que o espírito do médium se afasta do corpo, ficando ao lado deste, sem interferir na comunicação?*

*Complete abaixo:*

A comunicação oral é chamada de

A comunicação escrita é chamada de

*Responda “CERTO” ou “ERRADO”, com relaçao ao processo mais comum de comunicação na mediunidade de incorporação consciente*

O espírito recita frases inteiras

O espírito recita palavra por palavra

O espírito se apossa da garganta do médium e fala

O espírito transmite apenas a idéia


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*Estudo De O Livro Dos Médiuns – Questionário 19*

*Estudo De O Livro Dos Médiuns – Questionário 19*

*SEGUNDA PARTE – DAS MANIFESTAÇÕES ESPÍRITAS*

*CAPITULO XIV – OS MÉDIUNS*

*Escreva: “CERTO” ou “ERRADO”*

                               Toda pessoa que sente a influência dos Espíritos, em qualquer grau de intensidade, é médium. Essa faculdade é inerente ao homem e não constitui privilégio e são raras as pessoas que não a possuem pelo menos em estado rudimentar.

                                A faculdade mediúnica se revela em todos da mesma maneira.

                               Médiuns de Efeitos Físicos são particularmente aptos a produzir fenômenos materiais como movimentos dos corpos inertes, os ruídos, etc.

                                Médiuns de Efeitos Físicos podem ser divididos em: Médiuns Facultativos quando têm consciência do seu poder e produzem fenômenos espíritas pela própria vontade; Médiuns Involuntários ou Naturais são os que exercem a sua influência sem querer, não tem consciência do seu poder.

                                A faculdade de Efeitos Físicos, embora inerente à espécie humana, não se manifesta em todos no mesmo grau. Se são poucas as pessoas que não a possuem, são mais raras ainda as que produzem grandes efeitos.

                               A faculdade de produzir efeitos materiais sempre se manifesta nas pessoas que dispõem de meios mais perfeitos de comunicação, como a escrita e a palavra.

Escreva: “FALSO” ou “VERDADEIRO”

                               A faculdade de Efeito Físico não é por si mesma indício de estado patológico, mas em alguns casos ela pode aparecer depois de certa fraqueza orgânica.

                               Os seres invisíveis que revelam a sua presença por efeitos sensíveis são sempre Espíritos de uma ordem superior, e por essa razão não podemos dominá-los.

                               Para obter a condição de superioridade moral é necessário fazer a pessoa passar do estado de médium natural para o de médium facultativo, levando-o a produzir as manifestações por sua vontade, impondo-se ao Espírito.

                                Médiuns Sensitivos ou Impressionáveis são as pessoas capazes de sentir a presença dos Espíritos por uma vaga impressão, uma espécie de arrepio geral que elas mesmas não sabem o que seja.

                                Todos os médiuns são necessariamente impressionáveis; a impressionabilidade é a faculdade rudimentar indispensável ao desenvolvimento de todas as outras.

                               Essa faculdade se desenvolve com o hábito e pode chegar a tal sutileza que a pessoa dotada reconhece pela sensação recebida, não só a natureza boa ou má do Espírito que se aproxima, mas também a sua individualidade.

                               Um bom Espírito produz sempre uma impressão suave e agradável; a de um mau Espírito é penosa, angustiante e desagradável; tem como que um cheiro de impureza.

*Assinale as alternativas corretas: Sobre Médiuns Audientes podemos dizer que:*

                               São aqueles que ouvem a voz dos Espíritos.

                               A voz pode ser interna, quando se faz ouvir no foro íntimo, ou externa, clara e distinta como a de uma pessoa viva.

                                Mesmo tendo o hábito de comunicar-se com certos Espíritos, os médiuns não conseguem reconhecê-los pelo timbre de voz.

                                Essa faculdade é agradável quando médium só ouve Espíritos bons ou somente aqueles que ele chama. Mas não se dá o mesmo quando um Espírito mau se apega a ele.

*Escreva: “CERTO” ou “ERRADO”*

                                Médiuns audientes que apenas transmitem o que ouvem, não são propriamente médiuns falantes.

                               Os médiuns falantes, na maioria das vezes, não ouvem nada. Os Espíritos agem sobre os órgãos vocais.

                               O médium falante sempre tem consciência do que fala e só trata de assuntos do seu total conhecimento.

                               Mesmo desperto e em condições normais, médium falante raramente se lembra do que disse.

                               Há, no entanto, médiuns que têm a intuição do que estão dizendo, no momento em que pronunciam as palavras.

                               Médiuns Videntes são dotados da faculdade de ver Espíritos. Há os que podem ver em estado normal, perfeitamente acordado, guardando lembrança do que viram e outros que só possuem essa faculdade em estado sonambúlico ou aproximado do sonambulismo.

                               O médium vê pelos olhos físicos, por isso eles têm que estar abertos.

                               Aparições acidentais e espontâneas constituem fatos isolados, tendo um caráter individual e pessoal e não constituem a faculdade propriamente dita.

                                Há médiuns que vêem somente os Espíritos evocados e que podem descrevê-los nos menores detalhes e há outros que podem ver toda a população espírita do ambiente.

                               A faculdade de ver Espíritos pode desenvolver-se, mas seu desenvolvimento deve processar-se naturalmente, sem que se provoque. Quando temos o germe da uma faculdade, ela se manifesta por si mesma.

*Escreva: “FALSO” ou “VERDADEIRO”*

                               O sonâmbulo exprime o seu próprio pensamento e o médium exprime o pensamento de outro Espírito.

                                O Espírito também pode se comunicar através de um sonâmbulo.

                               A faculdade sonambúlica não depende do organismo, e depende da elevação, do adiantamento e da condição moral.

                                Médiuns curadores são os que têm a faculdade de curar por um simples toque, pelo olhar ou mesmo por um gesto, sem nenhuma medicação.

                               O fluido magnético não exerce nenhum papel na faculdade de cura. O mérito é todo do Espírito.

                               Nos médiuns curadores a faculdade é espontânea, e às vezes a possuem sem jamais terem ouvido falar de magnetismo.

                               A força magnética pertence ao homem, mas é aumentada pela ajuda dos Espíritos a que ele apela. Quem magnetiza para o bem é auxiliado pelos Espíritos bons.

                               Quando Deus permite, pode-se obter curas apenas pela prece.

Assinale as alternativas corretas, sobre médiuns Pneumatógrafos:

                                São os que tem aptidão para obter a escrita direta, o que não é dado a todos os médiuns escreventes.

                                A utilidade prática dessa faculdade se limita à comprovação evidente da intervenção de uma potência oculta nas manifestações.

                               Essa faculdade é muito comum e não pode se desenvolver pelo exercício

                               De acordo com a potência do médium pode-se conseguir apenas traços, sinais, letras, palavras, frases e até mesmo páginas inteiras.

                               A prece e o recolhimento são condições essenciais



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*(RESPOSTAS)*

*Estudo De O Livro Dos Médiuns – Questionário 19*

*SEGUNDA PARTE – DAS MANIFESTAÇÕES ESPÍRITAS*

*CAPITULO XIV – OS MÉDIUNS*

*Escreva: “CERTO” ou “ERRADO”*

C                             Toda pessoa que sente a influência dos Espíritos, em qualquer grau de intensidade, é médium. Essa faculdade é inerente ao homem e não constitui privilégio e são raras as pessoas que não a possuem pelo menos em estado rudimentar. *Obs.: Kardec usou o verbo SENTIR que exprime a idéia sobre o que é, na prática, a mediunidade: um sentido psíquico, de natureza paranormal que amplia o alcance perceptivo do ser, conferindo-lhe aptidão para servir de instrumento para comunicação dos Espíritos com os encarnados e conectar planos vibratórios diferentes.*

E                             A faculdade mediúnica se revela em todos da mesma maneira. *Ela não se revela da mesma maneira. Os médiuns têm em geral aptidão para esta ou aquela ordem de fenômeno, o que os divide em tantas variedades quantas são as espécies de manifestações*

C                             Médiuns de Efeitos Físicos são particularmente aptos a produzir fenômenos materiais como movimentos dos corpos inertes, os ruídos, etc.

C                             Médiuns de Efeitos Físicos podem ser divididos em: Médiuns Facultativos quando têm consciência do seu poder e produzem fenômenos espíritas pela própria vontade; Médiuns Involuntários ou Naturais são os que exercem a sua influência sem querer, não tem consciência do seu poder.

C                             A faculdade de Efeitos Físicos, embora inerente à espécie humana, não se manifesta em todos no mesmo grau. Se são poucas as pessoas que não a possuem, são mais raras ainda as que produzem grandes efeitos.

E                             A faculdade de produzir efeitos materiais sempre se manifesta nas pessoas que dispõem de meios mais perfeitos de comunicação, como a escrita e a palavra. *Raramente se manifesta. Geralmente a faculdade diminui num sentido à medida que se desenvolve em outro*

Escreva: “FALSO” ou “VERDADEIRO”

V                            A faculdade de Efeito Físico não é por si mesma, indício de estado patológico, mas em alguns casos ela pode aparecer depois de uma certa fraqueza orgânica.

F                             Os seres invisíveis que revelam a sua presença por efeitos sensíveis são sempre Espíritos de uma ordem superior, e por essa razão não podemos dominá-los. *São em geral de uma ordem inferior que podemos dominar por uma ascendência moral. É essa condição de superioridade que devemos procurar adquirir.*

V                            Para obter a condição de superioridade moral é necessário fazer a pessoa passar do estado de médium natural para o de médium facultativo, levando-o a produzir as manifestações por sua vontade, impondo-se ao Espírito.

V                            Médiuns Sensitivos ou Impressionáveis são as pessoas capazes de sentir a presença dos Espíritos por uma vaga impressão, uma espécie de arrepio geral que elas mesmas não sabem o que seja.

V                            Todos os médiuns são necessariamente impressionáveis; a impressionabilidade é a faculdade rudimentar indispensável ao desenvolvimento de todas as outras.

V                            Essa faculdade se desenvolve com o hábito e pode chegar a tal sutileza que a pessoa dotada reconhece pela sensação recebida, não só a natureza boa ou má do Espírito que se aproxima, mas também a sua individualidade.

V                            Um bom Espírito produz sempre uma impressão suave e agradável; a de um mau Espírito é penosa, angustiante e desagradável; tem como que um cheiro de impureza.

Assinale as alternativas corretas: Sobre Médiuns Audientes podemos dizer que:

                               São aqueles que ouvem a voz dos Espíritos.

                               A voz pode ser interna, quando se faz ouvir no foro íntimo, ou externa, clara e distinta como a de uma pessoa viva.

E                             Mesmo tendo o hábito de comunicar-se com certos Espíritos, os médiuns não conseguem reconhecê-los pelo timbre de voz.

                                Essa faculdade é agradável quando médium só ouve Espíritos bons ou somente aqueles que ele chama. Mas não se dá o mesmo quando um Espírito mau se apega a ele.

Escreva: “CERTO” ou “ERRADO”

C                             Médiuns audientes que apenas transmitem o que ouvem, não são propriamente médiuns falantes.

C                             Os médiuns falantes, na maioria das vezes, não ouvem nada. Os Espíritos agem sobre os órgãos vocais.

E                             O médium falante sempre tem consciência do que fala e só trata de assuntos do seu total conhecimento. *Em geral ele se exprime sem ter consciência do que fala e quase sempre tratando de assuntos estranhos às suas preocupações habituais, fora dos seus conhecimentos e mesmo do alcance da sua inteligência*

C                             Mesmo desperto e em condições normais,médium falante raramente se lembra do que disse.

C                             Há, no entanto, médiuns que têm a intuição do que estão dizendo, no momento em que pronunciam as palavras.

C                             Médiuns Videntes são dotados da faculdade de ver Espíritos. Há os que podem ver em estado normal, perfeitamente acordados, guardando lembrança do que viram e outros que só possuem essa faculdade em estado sonambúlico ou aproximado do sonambulismo.

E                             O médium vê pelo olhos físicos, por isso eles têm que estar abertos. *Não, é a alma que vê, e eles podem ver tanto com olhos abertos como fechados.*

C                             Aparições acidentais e espontâneas constituem fatos isolados, tendo um caráter individual e pessoal e não constituem a faculdade propriamente dita.

C                             Há médiuns que vêem somente os Espíritos evocados e que podem descrevê-los nos menores detalhes e há outros que podem ver toda a população espírita do ambiente.

C                             A faculdade de ver Espíritos pode desenvolver-se, mas seu desenvolvimento deve processar-se naturalmente, sem que se provoque. Quando temos o germe da uma faculdade, ela se manifesta por si mesma.

*Escreva: “FALSO” ou “VERDADEIRO”*

V                            O sonâmbulo exprime o seu próprio pensamento e o médium exprime o pensamento de outro Espírito.

V                            O Espírito também pode se comunicar através de um sonâmbulo.

F                             A faculdade sonambúlica não depende do organismo, e depende da elevação, do adiantamento e da condição moral.. *Ela depende do organismo e não depende da elevação ou condição moral*

V                            Médiuns curadores são os que tem a faculdade de curar por um simples toque, pelo olhar ou mesmo por um gesto, sem nenhuma medicação.

F                             O fluido magnético não exerce nenhum papel na faculdade de cura. O mérito é todo do Espírito. *Exerce grande papel*

V                            Nos médiuns curadores a faculdade é espontânea, e às vezes a possuem sem jamais terem ouvido falar de magnetismo.

V                            A força magnética pertence ao homem, mas é aumentada pela ajuda dos Espíritos a que ele apela. Quem magnetiza para o bem é auxiliado pelos Espíritos bons.

V                            Quando Deus permite, pode-se obter curas apenas pela prece.

*Assinale as alternativas corretas, sobre médiuns Pneumatógrafos:*

C                             São os que tem aptidão para obter a escrita direta, o que não é dado a todos os médiuns escreventes.

C                             A utilidade prática dessa faculdade se limita à comprovação evidente da intervenção de uma potência oculta nas manifestações.

E                             Essa faculdade é muito comum e não pode se desenvolver pelo exercício *É muito rara e provavelmente se desenvolve por exercício*

C                             De acordo com a potência do médium pode-se conseguir apenas traços, sinais, letras, palavras, frases e até mesmo páginas inteiras.


C                             A prece e o recolhimento são condições essenciais

*O LIVRO DOS MÉDIUNS - Estudo 52*

*O LIVRO DOS MÉDIUNS - Estudo 52*

(Guia dos Médiuns e dos Doutrinadores) por
ALLAN KARDEC

Contém o ensino especial dos Espíritos sobre a teoria de todos os gêneros de manifestações, os meios de comunicação com o Mundo Invisível, o desenvolvimento da mediunidade, as dificuldades e os escolhos que se podem encontrar na prática do Espiritismo.

*SEGUNDA PARTE*
*DAS MANIFESTAÇÕES ESPIRITAS*
*CAPITULO XIV*

*OS MÉDIUNS*

*Item 159*

*"Todo aquele que sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos é, por esse fato, médium(...)".*

Nesta definição, o verbo "sentir" expressa a idéia básica sobre a mediunidade: um sentido psíquico, de ordem paranormal, capaz de ampliar a capacidade do ser humano assegurando-lhe condições de servir de instrumento para a comunicação do Mundo Espiritual com o Mundo Material.
Allan Kardec também registrou:

*"(...) Essa faculdade é inerente ao homem. Por isso mesmo não constitui privilégio e são raras as pessoas que não a possuem pelo menos em estado rudimentar. Pode-se dizer, pois, que todos são mais ou menos médiuns(...)".*

A capacidade mediúnica é considerada uma percepção inerente à estrutura psíquica das criaturas; por isso é que a encontramos nos mais diferentes níveis de consciência da humanidadeEla não é moral, mas a moral do médium é que responde pelo seu uso. Ela é simplesmente uma das funções psicofisiológicas do Homem, podendo ser enquadrada como um dos sentidos que o Espírito encarnado utiliza a fim de manifestar-se e desenvolver-se, gradativamente, para a plenitude da Vida.

Continuando, Allan Kardec faz uma ressalva:

*"(...) Usualmente, porém, essa qualificação se aplica somente aos que possuem uma faculdade mediúnica bem caracterizada, que se traduz por efeitos patentes, de certa intensidade, o que depende de uma organização mais ou menos sensitiva.".*

Com essa definição foi estabelecida uma linha demarcatória entre os indivíduos capazes de agir no campo objetivo, favorecendo a expressão do pensamento e da intenção dos Espíritos e aqueles que atuam num campo subjetivo, expressando a manifestação dos Espíritos de forma imprecisa, indefinida, muitas vezes sem consciência alguma dessas ocorrências.

Há, portanto, dois níveis funcionais bem caracterizados: um, ostensivo, explícito, em que os pensamentos dos Espíritos comunicantes, apesar da influência do médium, podem sobrepor-se ao deste; e, outro, discreto, velado, a manifestar-se no campo da inspiração, em que o pensamento do Espírito se mescla com o do médium, se diluindo no conjunto de suas ideias.

Além dessa divisão funcional (de uso, serventia), o Codificador ao estudar os fenômenos mediúnicos, os classificou em duas grandes áreas bem diferenciadas: a mediunidade de efeitos físicos e a mediunidade de efeitos inteligentes.

É necessário ressaltar que todas essas divisões têm efeito metodológico, visando facilitar nosso entendimento, pois *a mediunidade é uma só, um todo, mas pode ser analisada em seus vários aspectos funcionais, caracterizados como formas variadas de manifestação.*


Apresentamos abaixo as divisões fenomênicas e funcionais, identificadas por Allan Kardec ao estudar a faculdade mediúnica, e que se encontram catalogadas em "O Livro dos Médiuns":

*1. Fenômenos psíquicos:*

1.1 - manifestações anímicas: o próprio médium se manifestando 
1.2 - manifestações mediúnicas: O Espírito desencarnado se manifestando através de um médium.

*2. Manifestações mediúnicas:*

2.1 - manifestações de efeito físico: que tem poder de provocar efeitos materiais ou as manifestações ostensivas (sensíveis aos 5 sentidos).
2.2 - manifestações de efeitos inteligentes: são mais aptas a transmitir e receber as comunicações inteligentes.

*3. Quanto à função / uso da mediunidade:*

3.1 – generalizada
3.2 - ostensiva (mediunato)

*4. Quanto aos médiuns:* (Este será o objeto de nossos estudos no desenvolvimento do capítulo XIV de O Livro dos Médiuns, aqui estudado). 

4.1 - de efeitos físicos: - São os mais aptos, especialmente, à produção de fenômenos materiais, como o movimento de corpos inertes, os ruídos, o deslocamento, o levantamento e a translação de objetos etc. Estes fenômenos podem ser espontâneos ou provocados. Em todos os casos, exigem o concurso voluntário ou involuntário de médiuns dotados de faculdades especiais. Em geral, têm por agentes Espíritos de ordem inferior, uma vez que os Espíritos elevados só se preocupam com comunicações inteligentes e instrutivas.

Podem ser divididos em médiuns facultativos e médiuns involuntários.

Os médiuns facultativos têm consciência do seu poder e produzem fenômenos espíritas pela própria vontade.

Os médiuns involuntários ou naturais são os que exercem a sua influência sem querer. Não tem nenhuma consciência do seu poder e quase sempre o que acontece de anormal ao seu redor não lhes parece estranho, porque essas coisas fazem parte da sua própria maneira de ser.

4.2 - de efeitos intelectuais: Os que são mais especialmente aptos a receber e a transmitir as comunicações inteligentes.

Analisando os diversos fenômenos produzidos sob influência mediúnica, percebe-se que há em todos um efeito físico e que aos efeitos físicos se junta quase sempre um efeito inteligente.

É, às vezes, difícil estabelecer o limite entre ambos, mas isso não acarreta nenhuma dificuldade. Pode-se incluir na classificação de médiuns de efeitos intelectuais os que podem mais especialmente servir de instrumentos para as comunicações regulares e contínuas.

Afirma Allan Kardec que a faculdade mediúnica não se revela em todos da mesma maneira. Os médiuns têm, geralmente, aptidão especial para esta ou aquela ordem de fenômenos, que os divide em tantas variedades quantas são as espécies de manifestações. As principais são: médiuns de efeitos físicos, médiuns sensitivos ou impressionáveis, auditivos, falantes, videntes, sonâmbulos, curadores, pneumatógrafos, escreventes ou psicógrafos.

Através dessas divisões identificamos a seguinte realidade: - Quantos não são médiuns sem o saberem? Quantos estão criando, produzindo inconscientemente boas ou más obras? Se tal inconsciência se prolonga, aumentam as chances de manipulação e assédio dos Espíritos imperfeitos. Sabemos que moral elevada é barreira ao assédio, e passar da condição de médium involuntário para facultativo, através da conscientização que decorre do estudo e do viver adequado, deve ser meta de todo médium. A mediunidade deve ser consentida, lúcida, forma de adesão ao trabalho da vida, para que produza bons frutos em prol dos famintos do caminho. 

Compreender a mediunidade por meio do estudo, do exercício equilibrado, leva a perceber que, se não podemos nos furtar à influência dos Espíritos, necessário é conscientizarmo-nos dela, a fim de nos tornarmos seletivos, escolhendo as companhias espirituais adequadas, transformando-nos no que Allan Kardec classificou de o Bom Médium!

*BIBLIOGRAFIA:*

KARDEC, Allan - O Livro dos Médiuns: 2. Ed. São Paulo: FEESP, 1989 - Cap XIV - 2ª Parte.

NEVES, J.; AZEVEDO, G.; CALAZANS, N.; FERRAZ, J. In "Vivência Mediúnica - Projeto Manoel P. de Miranda", Cap. 1 - Conceitos. LEAL. 1ª edição. Salvador. 1994.


Tereza Cristina D'Alessandro
Dezembro / 2005

Centro Espírita Batuira
Ribeirão Preto - SP



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