terça-feira, 30 de dezembro de 2014

JESUS NOS APONTA AS VIRTUDES QUE CONDUZEM À ETERNA FELICIDADE

Toda a moral de Jesus se resume na caridade e na humildade, isto é, nas duas virtudes contrárias ao egoísmo e ao orgulho. Em todos os seus ensinos, ele aponta essas duas virtudes como sendo as que conduzem à eterna felicidade: – Bem-aventurados, disse, os humildes,porque deles é o reino dos céus; bem-aventurados os que têm puro o coração; bem-aventurados os que são brandos e pacíficos; bem-aventurados os que são misericordiosos; amai o vosso próximo como a vós mesmos; fazei aos outros o que quereríeis vos fizessem; amai os vossos inimigos; perdoai as ofensas, se quiserdes ser perdoados; praticai o bem sem ostentação; julgai-vos a vós mesmos, antes de julgardes os outros. HUMILDADE E CARIDADE, EIS O QUE NÃO CESSA DE RECOMENDAR e o de que dá, ele próprio, o exemplo. Orgulho e egoísmo, eis o que não se cansa de combater. E não se limita a recomendar a caridade; põe-na claramente e em termos explícitos como condição absoluta da felicidade futura.




(O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XV n. 3)

UM NATAL ESPECIAL (APRENDENDO A PRÁTICA DO AMOR)

ARAUTO INFANTOJUVENIL



Na casa de Vovó Angel, o grande calendário na cozinha apontava o mês de dezembro, véspera de Natal. A data mexia com o clima da casa. As crianças neste período ficavam ansiosas com a possibilidade de ganhar presentes. Vovó aproveitava o Natal para comentar com mais intensidade sobre os exemplos de Jesus, ela sentia que nesta época o clima espiritual envolvia a todos. Vovó Angel propôs a garotada que todos fizessem saquinhos de balas em forma de estrela, pois a intenção da vovó, era que as crianças levassem estas balas para os idosos de uma casa perto de onde eles moravam. Vovó dizia que essas pessoas eram carentes de afeto e carinho, e que eles podiam levar um pouco de alegria a esses nossos irmãos. As crianças estavam muito animadas com a nova tarefa, e se dispuseram a ajudar. Foi um trabalho gratificante para todos, que não viam a hora de entregar os presentes para os idosos. Chegou o grande dia, todos se arrumaram, cuidaram dos presentes e das balas, e foram ao lar de idosos para cumprir essa maravilhosa tarefa.
Quando chegaram ao lar, foram recebidos pelos moradores que ficaram muito felizes. As crianças cantaram, recitaram poesias, e até brincaram com eles. Entregaram os presentes e as balas, conversaram com os moradores do lar, que agradeceram muito a visita das crianças e de vovó Angel. Foi um dia inesquecível para todos, e ao chegarem em casa, vovó Angel, reuniu as crianças para uma prece de agradecimento que sempre fazia com as crianças, depois de uma tarefa realizada. Encerrou-se, aquele dia muito especial, com as estrelas piscando como milhares de pequenos olhos, indicando a felicidade do Alto.


(Era uma vez para sempre – pelo espírito Blandina, psicografado por Carlos Malab
– Editora Vinha de Luz)


O ARAUTO
ANO XV – Nº 87 – NOVEMBRO/DEZEMBRO – 2011
PUBLICAÇÃO BIMESTRAL

ÓRGÃO OFICIAL DA USE – INTERMUNICIPAL DE PIRACICABA

DEUS SABE

Há momentos muito difíceis, que parecem insuperáveis, enrique­cidos de problemas e dores que se prolongam, intermináveis, ignorados pelos mais próximos afetos, mas que Deus sabe.
Muitas vezes te sentirás à borda de precipícios profundos, em desespero, e por todos abandonado. No entanto, não te encontrarás a sós, porque, no teu suplício, Deus sabe o que te acontece.
Injustiçado, e sob o estigma de calúnias destruidoras, quando, expe­rimentando incomum angústia, estás a ponto de desertar da luta, confia mais um pouco, e espera, porque Deus sabe a razão do que te ocorre.
Vitimado por cruel surpresa do destino, que te impossibilita levar adiante os planos bem formulados, não te rebeles, entregando-te à deses­peração, porque Deus sabe que assim é melhor para ti.
Crucificado nas traves ocultas de enfermidade pertinaz, cuja causa nin­guém detecta, a fim de minimizar-lhe as consequências, ora e aguarda ainda um pouco, porque Deus sabe que ela vem para tua felicidade.
Deus sabe tudo!
Basta que te deixes conduzir por Ele, e sintonizado com a Sua miseri­córdia e sabedoria, busca realizar o melhor, assinalando o teu caminho com as pegadas de luz, características de quem se entregou a Deus e em Deus progride.

Franco, Divaldo Pereira.

Da obra: Filho de Deus, pelo Espírito Joanna de Ângelis.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

RECADO DE ANDRÉ LUIZ À MOCIDADE

Prática do bem não estipula idade determinada. É mais valiosa a mocidade quanto menos vivida na indisciplina. Quem se aplica a servir, desde os anos da juventude, muito antes da velhice é servido pela vitória na madureza. Se a juventude é início da ação, a maturidade é reação do tempo, revelando os resultados de nossa escolha. Só aproveita a juventude na Terra quem lhe desfruta as bênçãos procurando sazonar as próprias experiências. As zonas purgatórias da Espiritualidade, se recebem diariamente inúmeros anciães, acolhem também vastas fileiras de novos habitantes que deixam o corpo humano em plena floração das energias corpóreas. O período da juventude terrestre é o mais propício às modificações da dívida cármica. Entretanto, lamentavelmente, há grande número de vidas humanas que se transviam da meta preestabelecida, no alvorecer da mocidade. Jamais desprezes as horas do dia, mesmo na seara verde dos próprios sonhos. Quem confunde espírito juvenil com irresponsabilidade, cava o abismo da própria falência. Sem prestigiar a tristeza ou o pessimismo, associa alegria e serenidade, entusiasmo e prudência. A base correta é a firmeza da construção. Jovem amigo, a expressão física da idade não exonera dos compromissos diante da vida eterna; começa agora o serviço do Cristo e te sentirás, mais cedo, na posse da Verdadeira Sublimação.


(Do livro “Sol na Almas”, 19, F.C.X., CEC)

O QUE FAZIAM ESTES HOMENS E MULHERES PARA SEREM TÃO ADMIRÁVEIS?

MOCIDADE



É comum vermos pessoas tentando compreender a vida e buscar explicações para fazer a sua própria vida mais feliz. Será que não podemos nos espelhar nos grandes exemplos da humanidade? Não ficaria mais fácil para encontrarmos o nosso próprio caminho? Afinal, por que eles eram felizes e suas ações surpreendentemente admiráveis? O que faziam para isso?
GANDHI tinha por lema a não violência, e pregava o Amor irrestrito.
FRANCISCO DE ASSIS, era desprendido dos bens materiais, exemplificava com o desapego e praticava um Amor imenso a tudo e a todos.
MARTIN LUTHER KING pregava o fim do preconceito, do racismo e era pelo Amor e igualdade entre as pessoas.
BUDA ensinava que todos podem alcançar a felicidade, pregava o respeito entre as criaturas como uma forma de verdadeiro Amor.
JESUS veio ensinar às criaturas a se prepararem para o Reino de Deus, através do Amor.
MADRE TERESA DE CALCUTÁ trabalhava pela ajuda aos pobres e doentes e vivia o Amor intensamente.
ZILDA ARNS implantou um programa que até hoje auxilia milhões de crianças pobres no mundo e fez tudo por Amor.
CHICO XAVIER doou sua vida ao trabalho pelos outros por Amor.
IRMÃ DULCE, era chamada “O Anjo da Bahia”; fez entrega total de sua vida à caridade e Amor ao próximo.
Então o que faziam estes homens e mulheres para serem tão admiráveis?
Estudando suas vidas, notamos que “TODOS PRATICAVAM O AMOR INCONDICIONAL AO PRÓXIMO”.
Assim, podemos entender porque eram tão admiráveis, A PRÁTICA DO AMOR OS FAZIA ADMIRÁVEIS!
Compreendendo isso e observando os seus exemplos será que não daríamos um rumo feliz às nossas vidas também através do Amor?

(J.C)

O ARAUTO
ANO XV – Nº 87 – NOVEMBRO/DEZEMBRO – 2011
PUBLICAÇÃO BIMESTRAL

ÓRGÃO OFICIAL DA USE – INTERMUNICIPAL DE PIRACICABA

DEPENDÊNCIA DE ÁLCOOL E DROGAS?

NÓS PODEMOS AJUDÁ-LOS.
Comunidade Psicossomática
Nova Consciência
Comunidade espírita mantida pela Editora EME
Rua Jacub Pain, 187 - Jardim Recanto Cancian - 13360-000 Capivari-SP –
Tel: (19) 3491-6597  /  9112-3033
contato@comunidadenovaconsciencia.com.br 

A ALEGRIA DOS OUTROS (SIGNIFICATIVA RESPOSTA)


Um empresário bem sucedido procurou Chico para pedir socorro.
– Eu tenho tudo: – dinheiro, uma família maravilhosa, filhos lindos, uma bela casa, mas não consigo ser feliz de jeito nenhum.
O empresário esperava um passe, uma oração, uma solução mágica, mas recebeu de volta uma frase curta:
– O que falta a você é a alegria dos outros.

EMMANUEL RESPONDE COMO DEVE SER O TRABALHO NA CASA ESPÍRITA?


LENDO PARA VOCÊ


1) Como deve ser o trabalho na casa espírita?
Num templo, espírita-cristão, é razoável anotar que TODO TRABALHO e ação de conjunto. Cada companheiro é indicado à tarefa precisa; cada qual assume a feição de peça particular na engrenagem do Serviço, sem cuja cooperação os mecanismos do bem não funcionam em harmonia.
2) O que observar em nosso tra­balho?
INDISPENSÁVEL APAGAR‑NOS PELO BRILHO DA OBRA.
Na aplicação da eletricidade, congregam-se implementos diversos, mas interessa, acima de tudo, a produ­ção da força, e, no aproveitamento da força, a grande usina é um espetáculo de grandeza, mas não desenvolve todo o concurso de que é suscetível, sem a tomada simples. Necessário, assim, saibamos reconhecer por nós mesmos o que seja essencial a FAZER PELO RENDIMENTO DIGNO DA ATIVI­DADE GERAL.
3) E quanto ao comportamento do voluntário?
Orientando ou colaborando, em determinadas ocasiões, A REALIZA­ÇÃO MAIS IMPORTANTE que se nos pede é o esclarecimento temperado de gentileza, a indicação paciente e clara da verdade ao ânimo do obreiro me­nos acordado, na edificação espiritual.
Noutros instantes, a OBRIGAÇÃO MAIS VALIOSA que as circunstân­cias nos solicitam é o entendimento com uma criança, a conversação fraternal com um doente, a limpeza de um móvel ou a condução de um fardo pequenino. IMPRESCINDÍVEL, PORÉM, desempenhar semelhantes incumbências, sem derramar o ácido da queixa e sem azedar o sentimento na aversão sistemática.
IRRITAR‑SE ALGUÉM, NO EXER­CÍCIO DAS BOAS OBRAS É O MES­MO QUE RECHEAR O PÃO COM CINZAS.
Administrar amparando e obede­cer, efetuando o melhor! ...Em tudo, compreender que O MODO MAIS EFICIENTE DE PEDIR É TRABALHAR e que O ROCESSO MAIS JUSTO DE RECOMENDAR É FAZER, mas trabalhar e fazer, sem tristeza e sem revolta, entendendo que benfeitorias e providências são recursos preciosos para nós mesmos.
4) Suas conclusões finais sobre o nosso trabalho na casa espírita.
EM TODAS AS EMPRESAS DO BEM, SOMOS COMPLEMENTOS NATURAIS UNS DOS OUTROS.
O Universo é sustentado na base da equipe.
Uma constelação é família de sóis. Um átomo é agregado de partículas. Nenhum de nós procure destaque injustificável. Na direção ou na su­balternidade, baste-nos o privilégio de cumprir o dever que a vida nos as­sinala, discernindo e elucidando, mas AUXILIANDO E AMANDO SEMPRE. O coração, motor da vida orgânica, trabalha oculto e Deus, que é para nós o Anônimo Divino, palpita em cada ser, sem jamais individualizar-se na luz do bem.


(Respostas de Emmanuel, de reda­ção extraída pelo Jornal O Arauto no Livro da Esperança (Lição 69)

A ADMIRÁVEL MEDIUNIDADE DE CHICO

Histórias de Chico Xavier




– Vítima do adultério do meu marido, eu sofri muito! Para evitar o desespero, recolhia em minha casa roupas, objetos, remédios, dinheiro... E, num impulso incontido de praticar o bem, saía em direção a lares de pessoas mais desventuradas do que eu. E voltava sempre aliviada!
– E me dava um alívio!... – continuou. Fazendo isso, eu me senti amparada!
“Num daqueles dias de mais sofrimento, tive vontade de falar com o Chico, mas ele estava viajando pelos Estados Unidos. Como temos o costume de realizar o culto cristão no lar, tive que fazê-lo sozinha, pois meu marido não estava em casa.
Emocionadíssima, lembrei-me do Chico, como a consolar-me, recordando a maneira como ele trata tantas pobres mães carregadas de filhinhos. Esqueci-me de mim e, numa prece fervorosa, como jamais fiz, pedi a Jesus o amparasse. Quando o culto acabou, eu estava bem.
“Sabendo que o Chico retornara a Uberaba, procurei-o. Ao aproximar-me dele, como de outras vezes, antes mesmo que lhe contasse meu problema, ele veio com a resposta pronta:
– Você, está muito bem! E com o amparo do Alto! CONTINUE A FAZER O QUE TEM FEITO. ASSIM, VOCÊ VENCERÁ!
“E venci. Mas... para surpresa minha, ouvi do Chico:
– Deus lhe pague minha filha, as preces que fez por mim, quando eu estava nos Estados Unidos...
Reteve minhas mãos entre as suas, demonstrando infinito reconhecimento, e, generoso, afirmou:
– Elas vieram na hora certa. Eu estava mesmo precisando... Muito obrigado! Jesus a abençoe pelo que você fez por mim!”



(Livro “Encontros com Chico Xavier” – Autor Cezar Carneiro de Souza).

COMO IMPULSIONAR NOSSO ESPÍRITO EM DIREÇÃO À LUZ?


Há dois mil anos, Jesus veio e nos ensinou muitas coisas.  Por exemplo, que a nossa vida é para sempre, que somos imortais. Mas para vivenciarmos bem essa vida infinita, temos que nos preparar, melhorando-nos para trilharmos o melhor caminho, o caminho do bem e caminharmos em direção ao Criador que é a fonte do bem-estar perene e de todas as virtudes.  Para isso devemos exercitar realmente o Amor verdadeiro. Emmanuel nos diz que “O Espírito nunca se dirigirá a Deus, sem o aprimoramento e sem a sublimação de si próprio”.
Antes e depois de Jesus, Sócrates, Confúcio, Francisco de Assis, Gandhi, Madre Theresa de Calcutá, Allan Kardec, Bezerra de Menezes, Chico Xavier e tantos outros também nos alertavam com suas próprias vidas e seus dignificantes exemplos de que só o caminho do bem nos leva à verdadeira felicidade. Quantos de nós vivemos nessas épocas passadas, e os espíritas sabem disso, mas ouvimos, ouvimos e ouvimos, achamos bonito e não praticamos.
Continuamos praticando somente o que nos interessa e isto nem sempre é para o bem de todos, mas, sim, para o nosso bem particular. Isto é, deixando o egoísmo sempre em primeiro lugar.
(Jesus nos alertava que o egoísmo velho prejudica o acolhimento das verdades celestes no coração do homem).
“Procuramos a felicidade nas coisas perecíveis, nas ilusões do mundo sujeitas às mesmas instabilidades, ou seja, nos gozos materiais, passageiros, em vez de buscá-la nos gozos da alma (que é imortal) e que constituem uma antecipação das alegrias  celestes. Em vez de buscar a paz do coração, única felicidade verdadeira neste mundo, ele procura com avidez tudo o que é inseguro e que pode agitá-lo e perturbá-lo.
E, coisa curiosa, parece criar de propósito os tormentos, que só a ele cabia evitar.” (Livro O Evangelho Segundo o Espiritismo Cap. 5 VI )
A felicidade verdadeira exige UMA MUDANÇA DE DENTRO PARA FORA, sendo necessário identificar e eliminar os sentimentos negativos, como o orgulho e o egoísmo.
(E como diz Kardec – é preciso destruir em si próprio a causa que traz o mal).  Vigiar, diz Jesus, pensamentos, atos e palavras. A pergunta 919 de O Livro dos Espíritos tem a receita para a nossa melhora, a melhora íntima imprescindível à evolução de cada um.
E a pergunta 909 diz o porquê de não melhorarmos; faltanos esforço, e às vezes um pequeno esforço. Isto é, faltanos apenas querer de verdade!! 
Necessário se faz, ainda, julgarmos a nós próprios, ignorar os defeitos alheios, perdoar, acabar com a maledicência, exercitar a caridade, anular as ofensas.
Nosso modelo e guia é Jesus, que há dois mil anos veio nos mostrar a melhor forma de caminhar, de nos aperfeiçoar, ensinandonos para isto a amar a Deus e aos nossos irmãos como a nós mesmos. Muitas vezes, a dor nos bate à porta. TRATA  SE DE UM ALERTA DE QUE ALGO EM NÓS NÃO ESTÁ DE ACORDO COM A JUSTIÇA DIVINA.
São ocasiões que nos oportunizam para melhorias mais intensas, mas, para isso, precisamos despertar como despertaram Madalena, o apóstolo Paulo, para o Evangelho e Zaqueu para o valor das riquezas espirituais.
É hora de não apenas vermos, ouvirmos, admirarmos, mas, acima de tudo, praticarmos o que é certo. O homem não tem consciência plena do bem enquanto não o exercitar na pratica.  Praticar a justiça, a lealdade, a honestidade, o amor, a bondade, o perdão, a compreensão, a paciência, a solidariedade, a fé verdadeira.  Assim não apenas erguemos os nossos olhos para o Alto, mas estaremos por nossas atitudes positivas impulsionando os nossos espíritos em direção à luz e à evolução; à  verdadeira paz e felicidade, alicerçadas no bem e no amor.
SEM MUDANÇAS NÃO HAVERÁ O PROGRESSO.
Pe. Eustáquio em mensagem nos diz – “estamos informados de que o Universo é percorrido pelo fluxo divino do Amor Infinito, mas para atraí-lo é indispensável que a mente e o coração da criatura estejam em sintonia com o amor que domina todos os ângulos da vida, porque a lei do amor é tão matemática como a lei da gravitação.
É imprescindível que nossa alma se mostre em condições de receber-lhe o Toque Sublime... E É PRECISO QUE NOS DISPONHAMOS A FAZER DA PRÓPRIA  VIDA  UM CANAL DE MANIFESTAÇÃO CONSTANTE DO BEM (da verdadeira paz e felicidade).
A canalização deve estar bem disposta e bem limpa. Em vista disso, É NECESSÁRIO QUE TODAS AS ATITUDES EM DESACORDO COM A LEI DO AMOR SEJAM EXTIRPADAS DE NOSSA EXISTÊNCIA.“ (do Livro Instruções Psicofônicas, Chico Xavier).



“O momento maior
do amor é quando ele sai
do sentir para começar a realizar.”

Jairo Capasso


O ARAUTO
ANO XV – Nº 87 – NOVEMBRO/DEZEMBRO – 2011
PUBLICAÇÃO BIMESTRAL

ÓRGÃO OFICIAL DA USE – INTERMUNICIPAL DE PIRACICABA

domingo, 28 de dezembro de 2014

MORTO O CORPO, PARA ONDE VAMOS?

Orson Peter Carrara

O ciclo natural do corpo humano determina, com o tempo, a morte biológica. Que também ocorre em acidentes fatais ou em decorrência de enfermidades.
Morto o corpo, para onde vamos? Que vamos fazer depois? O leitor tem pensado nessas questões? São perguntas que merecem ampla análise e que podem trazer muitas respostas. Na verdade, a morte é apenas do corpo. Não morremos. Antes, continuamos a viver normalmente, com nossas conquistas morais e intelectuais, nossos desejos e foco de interesse, bem como, é óbvio, com nossas carências, angústias e sentimentos.
E já que saímos do corpo, onde ficamos, com quem?
Para responder é necessário entender que possuímos também um corpo espiritual que Allan Kardec denominou perispírito. É com ele que nos apresentamos no mundo espiritual. É a nossa forma, nossa aparência que se conserva (pelo menos nos primeiros momentos) com os traços da última existência deixada na Terra. Ou seja, apresentamo-nos “lá” como somos aqui. Em sua totalidade.
O local que vamos, com quem ficaremos , o que faremos , é determinado pela sintonia de nossos interesses e desejos. Nossa liberdade ou prisão no mundo espiritual é exclusivamente determinada pela conduta moral que adotamos na vida mental.
Então, agora fica fácil entender. Se temos uma vida mental atribulada pelos desejos de vingança, ódio, intolerância, materialismo, estamos desde já sintonizados com ambientes carregados ou caracterizados por essas expressões. Se nossa vida é uma vida de dedicação ao bem, às causas nobres em favor da humanidade, estaremos sintonizados com outras criaturas que vibram ou pensam na mesma frequência e para lá somos atraídos.
Indiferentes, egoístas, orgulhosos, apegados aos valores materiais também seguem o mesmo critério. Assim como bondosos, altruístas, dedicados ao bem, são atraídos e recebidos por criaturas também bondosas. Intelectuais, pesquisadores, anônimos ou destacados líderes seguem o mesmo critério de buscarem ambientes com os quais se sintonizam. É tudo, enfim uma questão de sintonia.
NADA MAIS QUE MERO REFLEXO DAS PRÓPRIAS OBRAS; mérito ou conquista dos próprios interesses. Isto é que determina o local para onde vamos, com quem ficamos.
O assunto sugere, pois, pensarmos como estamos utilizando nossa sintonia mental.

O ARAUTO
ANO XV – Nº 87 – NOVEMBRO/DEZEMBRO – 2011
PUBLICAÇÃO BIMESTRAL
ÓRGÃO OFICIAL DA USE – INTERMUNICIPAL DE PIRACICAB

sábado, 27 de dezembro de 2014

valem mais que as palavras - worth more than words


"As boas ações são a melhor prece, por isso que os atos valem mais que as palavras." (O Livro dos Espíritos, questão 661)



"Good deeds are the best prayer, so that actions speak louder than words." (The Spirits' Book, question 661)

templo da alma - temple of the soul


"O berço doméstico é a primeira escola e o primeiro templo da alma."do livro Jesus no lar, pelo Espírito Néio Lucio, psicografia de Francisco Cândido Xavier



"The domestic cradle is the first school and the first temple of the soul." The book Jesus in the home, the Spirit Neio Lucio, psychographics of Francisco Cândido Xavier ...

Benfeitor - Amigo - Companheiro - Renovador - "Benefactor - Friend -Companheiro - Renewal

"Benfeitor - é o que ajuda e passa; Amigo - é o que ampara em silêncio; Companheiro - é o que colabora sem constranger; Renovador - é o que se renova para o bem;" Livro: Agenda Cristã - 197 - André Luiz  



"Benefactor - is what helps and goes; Friend - is what sustains silent; Mate - is what works without constraining; Renewal - is what is renewed for good;" Book: Christian Calendar - 197 - André Luiz

benefício da sua própria felicidade - benefit of their own happiness

"Nas lutas habituais, não exija a educação do companheiro. Demonstre a sua. Nas tarefas do bem não aguarde colaboração. Colabore, por sua vez, antes de tudo. As suas lágrimas não substituem o suor que você deve verter em benefício da sua própria felicidade." (André Luiz)

"In the usual fights, does not require education fellow. Demonstrate your. In the tasks and not wait collaboration. Collaborate in turn, first of all. Your tears do not replace the sweat that you should pour the benefit of their own happiness. "(André Luiz)

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

PARA ONDE CAMINHA A HUMANIDADE?

(AATV)


Ainda hoje os historiadores perguntam-se como um império de tão grande magnitude como foi o da era romana que durou mais de 1000 anos, possa ter deixado de existir. Poder absoluto da época, o planeta vivenciou então a sua primeira globalização, já que as fronteiras eram as do próprio império. O idioma latim era amplamente difundido assim como o grego, tornando-se mais fácil as viagens e a comunicação. Após a queda do império romano, foi necessário um largo período de reencarnações dolorosas para que o homem despertasse um pouco mais a sua espiritualidade, permitindo a expansão das artes e ciências já no período compreendido como Renascimento. Posteriormente, o surgimento do Espiritismo codificado por Kardec, o Consolador prometido por Jesus, trouxe novo alento a todos aqueles que buscam o conhecimento.
Pelo conhecimento Espírita, sabemos que a queda do império romano foi uma determinação do Alto. Ao atingir os excessos em vícios de todas as naturezas com a consequente desagregação das famílias, abusando ainda do poder que possuía na subjugação de outros povos, tornaram-se necessárias ações corretivas mais contundentes. Assim, por fugir totalmente da programação que havia sido estabelecida mesmo com a insistente ação do Alto para que despertassem, e por tornar-se um peso demasiado oneroso para a evolução do planeta, determinando a fragmentação deste império. Não existe improvisação por parte das esferas siderais que coordenam a evolução do planeta. O livre-arbítrio que temos, é limitado, tanto a nível individual como coletivo, sendo corrigido conforme as circunstâncias, com interferências do plano maior sempre em benefício de nossa evolução intelecto-moral.
Vivenciamos hoje situação bastante similar à época romana. O egoísmo atingindo o seu ápice na sociedade atual, com contrastes gritantes com a fome e a miséria de um lado e a opulência e o descaso de outro, entre nações ricas e pobres e mesmo entre indivíduos nestas nações. O modelo econômico, baseado no consumismo desenfreado gradativamente tem demonstrado a sua exaustão. A insatisfação popular não se restringe mais apenas a países do terceiro mundo, como vem acontecendo no grande movimento chamado de “primavera árabe” que removeu ditadores na Tunísia, no Egito, e na Líbia e agora gerando um clima de instabilidade na Síria. Esta frustração tem surgido de forma nítida nos habitantes de grandes cidades da Europa, como aconteceu em Londres recentemente na depredação de carros e lojas, e em Nova Iorque, no movimento popular “ocupem Wall Street”, que se espalha agora por mais de 82 países.
Este contraste na riqueza abusiva e a pobreza dos que não têm acesso aos bens de consumo, associado à corrupção e impunidade, junto à incompetência dos governos em encontrar alternativas viáveis para a melhora social, vem criando uma insatisfação popular cada vez mais intensa principalmente pela falta de religiosidade de nossa humanidade. E, os prognósticos para os próximos anos revelam-se de dificuldades ainda maiores para as famílias em geral, em face da crise econômica mundial que vem afetando todos os países.
Mas a humanidade tem recebido inúmeras oportunidades de evitar situações estressantes como a atual. O próprio império romano foi criado por Jesus, de modo a facilitar a transformação moral da humanidade. A facilidade de comunicação tinha por objetivo difundir a mensagem redentora do Mestre. Mas, assim como negligenciamos no passado, agora nos vemos em situação similar. Passaram-se dois mil anos desde o recebimento da mensagem renovadora da Boa Nova trazida por Jesus. Mas isto não impediu as duas grandes guerras de caráter mundial, e mesmo depois delas o mundo ainda não conseguiu encontrar a necessária paz e uma vida dentro dos padrões ético-morais. A violência, os vícios e a corrupção alastram-se como um câncer social, trazendo sérias consequências para a sociedade. Como um catalisador negativo, os valores morais são colocados em dúvida, através da televisão, na sua programação muitas vezes imoral, onde a desonestidade e permissividade sexual assumem ares de normalidade, arrastando para condutas infelizes mentes invigilantes.
Mas, a Humanidade caminha em passos largos para o seu aprimoramento moral, mesmo entre o caos social apa­rente. Vivenciamos os tempos chegados, e as pessoas de bem devem fortalecer-se na Fé. A humanidade continuará a evo­luir, como tem sido desde os primeiros passos do Homo sapiens, seguindo a sua trajetória redentora conforme pro­gramado por Jesus. Mas nunca foi tão necessário seguir a recomendação do Mestre Galileu: “orai e vigiai”. Como sempre tem ocorrido ao longo dos séculos, os governantes siderais sem improvisar, manterão o equilíbrio do planeta, saneando a sociedade sempre que necessário. Que possamos contri­buir neste processo renovador, dando os primeiros passos, na transformação moral de nós mesmos.


O ARAUTO
ANO XV – Nº 87 – NOVEMBRO/DEZEMBRO – 2011
PUBLICAÇÃO BIMESTRAL

ÓRGÃO OFICIAL DA USE – INTERMUNICIPAL DE PIRACICABA

UMA DAS MAIS LINDAS HISTÓRIAS.

O QUARTO MAGO

 Todos nós já conhecemos bem a história de Gaspar, Baltazar e Belchior, os três reis magos que, seguindo o sinal de uma estrela, e levando presentes, em­preenderam uma viagem para saudar o menino Jesus, que havia acabado de nas­cer. Entretanto, uma história do escritor Henry Van Dike fala de um quarto mago chamado Artaban, um homem muito rico e também muito sábio, que vendeu tudo que tinha e comprou três joias – uma sa­fira, um rubi e uma pérola – para também presentear o recém‑nascido.
A história de Henry, conta que Artaban reuniu‑se com seus amigos e lhes anun­ciou que iria, juntamente com os três reis magos, seguir ao encontro do Messias, o filho de Deus, que havia nascido para trazer um novo caminho para os homens. Os amigos, porém, não acreditaram, e Artaban partiu então sozinho para juntar‑se aos outros três. No caminho, Artaban encontrou um homem caído na beira da estrada, já quase morto. Desceu, então, rapidamente de seu cavalo e correu para socorrê‑lo. Ao examiná‑lo, viu que o homem estava ferido, e que precisava de cuidados. Naquele momento, ele pensou: “Se eu ficar aqui, vou me atrasar para o encontro com os meus três companheiros e, então, acabarão partindo sem mim”.
Apesar de seu dilema, reconheceu que a vida daquele homem era mais importan­te. Assim, resolveu ficar ali, auxiliando‑o, até que ficasse bom. No dia seguinte, quando o homem já estava recuperado, Artaban lhe deu sua safira e foi embora. Quanto aos reis magos, já era tarde. Os três acabaram partindo sem esperá‑lo. Muitos dias de viagem se seguiram, até que Artaban, finalmente, chegou a Be­lém. Caminhou por algum tempo pelas ruas da cidade. A certa altura, dirigiu‑se a uma pequena e humilde casa para pedir informações. Foi, então, recebido por uma mulher, que trazia uma pequena criança no colo, e que lhe disse que, há alguns dias, três magos haviam passado por ali em busca de um menino chamado Jesus, mas que já tinham ido embora, inclusive o tal menino e seus pais. De repente, no meio da conversa, ouviram gritos desesperados de mulheres, que corriam pelas ruas. Eram os soldados de Herodes, que estavam matando todos os recém‑nascidos que encontravam pela frente. Igualmente apavorada, a mulher que con­versava com Artaban correu e se escon­deu com o filho nos fundos do casebre. Foi quando um capitão aproximou‑se, e Artaban, mostrando‑lhe seu rubi na palma da mão, disse‑lhe calmamente: “Estou sozinho aqui, esperando para oferecer esta joia ao jovem capitão”. O capitão, seduzido pelo brilho da preciosa pedra, tomou‑a da mão de Artaban e gritou para os soldados:”Aqui não há nenhuma crian­ça”. Em seguida foram embora. Depois deste dia, muitos anos se passaram, e Ar­taban viajou por muitos lugares à procura de Jesus, mas sem conseguir encontrá‑lo. Em cada cidade e lugarejo por onde passava, sempre permanecia por alguns dias, e até meses, ajudando os necessi­tados. Trinta e três anos após o início de sua peregrinação, Artaban, já bem velho e cansado, chegou a Jerusalém, onde estava acontecendo a festa da páscoa. O movimento pelas ruas era intenso. No meio da multidão, Artaban ouviu alguém comentar sobre dois ladrões, que seriam crucificados naquele dia, junto com um homem chamado Jesus de Nazaré.
Antes, porém, que pudesse pensar em qualquer coisa, viu uma jovem sendo ar­rastada por dois soldados, que a estavam levando para ser vendida como escrava, para pagar uma dívida deixada por seu falecido pai. Artaban ofereceu então sua última joia – a pérola – em troca da liberdade da moça. Dali seguiu rapida­mente para o local da crucificação. Ao chegar, deparou‑se com Jesus já na cruz. Ajoelhando‑se então, disse: – Perdoe‑me senhor. Por muitos anos lhe procurei, mas vejo que cheguei tarde demais.
E Jesus lhe respondeu serenamente: – Quando tive fome, me destes de comer. Quando tive sede, me destes de beber. Quando estava nu, me vestistes. Quando estava enfermo, cuidastes de mim. Por isso, em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes pequeninos meus irmãos, a mim o fizestes!
Por alguns instantes, Artaban olhou em silêncio aquele homem na cruz, enquanto as lágrimas de emoção lhe corriam pela face. Apesar da dor do momento, uma estranha alegria lhe tomava o coração. Afinal, havia encontrado aquele por quem tanto tinha procurado. Em seguida, sorriu, fechou os olhos e morreu junto com Jesus.

Alexandre Reis


O ARAUTO
ANO XV – Nº 87 – NOVEMBRO/DEZEMBRO – 2011
PUBLICAÇÃO BIMESTRAL

ÓRGÃO OFICIAL DA USE – INTERMUNICIPAL DE PIRACICABA

– AH!… DOUTOR!… EU QUERIA TANTO TER SAÚDE, A FIM DE SER FELIZ!…

 MEDICINA PIONEIRA
Richard Simonetti  
—Ah!… doutor!… Eu queria tanto ter saúde, a fim de ser feliz!… – suspirava aquela senhora que se habituara a percorrer os consultórios médicos, presa de distúrbios diversos.
— Minha filha – responde bondosamente o experiente facultativo –, esse é o erro de toda gente, porque não se trata de procurarmos ter saúde para ser feliz, e, sim, de procurarmos ser felizes para ter saúde.
Somente as pessoas em paz com a Vida, que guardam em seus corações a euforia de viver, é que desfrutam do equilíbrio físico e mental que todos almejamos.
— Mas doutor!… como manter a euforia de viver, se a cada instante sou contrariada por aqueles que me rodeiam? Como sentir‑me em paz com a existência se nunca alcancei a plena satisfação de tudo aquilo com que sempre sonhei? É impossível ensaiar sorrisos, se pisamos espinhos!…
— Você não sabe o que é felicidade. Julga que ser feliz é ver atendidos todos os seus desejos e necessidades. Mas, ainda que isso acontecesse, continuaria infeliz, porque novos desejos e novas necessidades surgiriam. Quando nos acostumamos a pensar muito em nosso bem‑estar, tornamo‑nos insaciáveis.
A Felicidade não é nenhuma oferta gratuita da Vida. Ser feliz é uma verdadeira arte a exigir, como todas as artes, muito esforço e dedicação para que a dominemos. Raros conseguem porque os homens ainda se portam como crianças acostumadas a bater os pés e reclamar, em altas vozes, quando não lhes dão o brinquedo desejado.
— Vejo – interrompe a cliente –, que o senhor me situa nesse rol de crianças! Bem… talvez tenha razão… E se assim for, como proceder para tornar‑me adulta? Diga‑me também o que revela a maturidade.
— É simples. O nosso crescimento começa quando aprendemos a olhar dentro de nós mesmos, esforçando‑nos por eliminar o que há de errado em nosso íntimo.
Se formos sinceros e usarmos da mesma acuidade que nos permite enxergar facilmente as deficiências alheias, acabaremos por identificar o mal maior de nossa personalidade, o grande culpado de nossa infelicidade. Chama‑se egoísmo – sentimento desajustante que nos faz pensar muito em nós mesmos, com total esquecimento dos outros: que faz exijamos respeito, afeto, compreensão, sem nunca oferecê‑los a ninguém…
A partir do momento em que, sentindo o imenso prejuízo que o egoísmo nos causa, nos esforçarmos por eliminá‑lo, começamos a ser adultos.
E o homem adulto – aquele que sabe ser feliz – é o que tem plena consciência de suas responsabilidades diante da Vida e da sociedade em que vive, observando‑as, integralmente…
É o que jamais cogita em edificar um oásis particular, isolado do sofrimento e da miséria alheias, pois compreende que a solidariedade é um dever elementar, indispensável à edificação da paz no Mundo, e à preservação da paz na consciência…
É, enfim, o que observa, plenamente, o velho ensinamento da sabedoria oriental “Quando nasceste, todos sorriam e só tu choravas. Procura viver de forma que, quando morreres, todos chorem e só tu sorrias!”


O ARAUTO
ANO XV – Nº 87 – NOVEMBRO/DEZEMBRO – 2011
PUBLICAÇÃO BIMESTRAL
ÓRGÃO OFICIAL DA USE – INTERMUNICIPAL DE PIRACICABA